quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Amor ausente

Eu escrevia um poema,
Quando a lágrima caiu
E molhou exatamente
A palavra amor.

Senti meus olhos se enchendo
as gotas correndo.
Percebi sonhos crescendo,
mas ainda distantes.

Trazia na alma uma dor
tão forte que denunciava
vontades e desabafos
de um coração esquecido.

Meus olhos revelavam dores
diante de um quadro inalterado
Donde as mais belas flores
perdiam sua cor e seu legado.

Os sentidos se confundiam
como pássaros na mudança de estação.
Moviam-me para lugares
onde jamais encontrariam solução.

Por fim um dia! Senti na brisa,
o cheiro do amor ausente,
que mais adiante,
se tornaria transparente.

3 comentários:

  1. Flá, tá lindo o seu blog! Vai ser ótimo ter contato c/ vc também por aqui! Escreva sempre! Te adoro!!! =)

    Dri

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